Esse blog foi criado para você saber tudo sobre Mitologia Grega e Mitologia Nórdica, saber sobre os monstros e tudo mais. Espero que achem o que procuram. Bem vindos (a) :)
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
PARCAS OU MOIRAS
Na mitologia grega, Parcas, ou as Moiras eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios. As voltas da roda posicionam o fio do indivíduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os períodos de boa ou má sorte de todos. As três deusas decidiam o destino individual dos antigos gregos, e criaram Têmis, Nêmesis e as Erínias. Pertenciam à primeira geração divina (os deuses primordiais), e assim como Nix, eram domadoras de deusas e homens. As Moiras eram filhas de Nix (ou de Zeus e Têmis). Moira, no singular, era inicialmente o destino. Na Ilíada, representava uma lei que pairava sobre deuses e homens, pois nem Zeus estava autorizado a transgredi-la sem interferir na harmonia cósmica. Na Odisseia aparecem as fiandeiras. O mito grego predominou entre os romanos a tal ponto que os nomes das divindades caíram em desuso. Entre eles eram conhecidas por Parcas chamadas Nona, Décima e Morta, que tinham respectivamente as funções de presidir a gestação e o nascimento, o crescimento e desenvolvimento, e o final da vida; a morte; notar entretanto, que essa regência era apenas sobre os humanos.
Espero que gostem =)
LÁDON
Ládon, o Dragão da Cólquida, na mitologia grega, era conhecido como o guardião do velocino de ouro, no qual o herói Jasão e os argonautas conseguiram se apoderar. O dragão da Cólquida era muito grande, mas era muito lento. A lenda diz que dormia com um olho aberto e outro fechado. Muitos heróis tentaram, mas apenas Jasão conseguiu. Para conseguir o velocino dourado, os heróis teriam que matar búfalos de fogo, semear seus dentes, lutar com guerreiros cadavéricos nascidos dos dentes, chamados Sparti, derrotá-los para chegar até o dragão e matá-lo. Tudo isso no mesmo dia. Conforme refere Hesíodo na sua Teogonia, Gaia, a Terra, e seu filho Ponto, o mar, tiveram muitos filhos, entre os quais se contavam Fórcis e Ceto. Por sua vez, estes dois deram lugar a uma terrível linhagem: as três Górgonas, Esteno, Euríade e Medusa e as duas gréias, criaturas já nascidas de cabelo grisalho. Por último, Ceto “pariu uma terrível serpente que, nos flancos da terra negra, na extremidade do Mundo, guardava as maçãs de ouro”. Este era Ládon, e a sua história está associada à das Hespérides.
Espero que gostem =)
ORTROS
Ortro ou Ortros era um cão bicéfalo da mitologia grega.. Considerado o cão de guarda mais feroz da antiguidade, sua cauda era uma serpente. Sua mãe, Equidna, era uma mulher-serpente e seu pai, Tifão, possuia cabeça de cavalo. Ortro era irmão do cão Cérbero, que guardava o Hades.
Ortro era mascote de Gerião, gigante de três corpos, seis asas e seis braços, pastor de um dos maiores e melhores rebanhos de toda a África. Ortro vigiava seu gado, na ilha de Erítia, onde Héracles o matou, para cumprir o seu décimo trabalho.
Há quem diga que o dono original de Ortro foi Atlas, o titã que carregava a Terra nos ombros.
Conta-se que depois de ter sido morto por Héracles, Ortro ascendeu aos céus e transformou-se na estrela Sírius (Estrela do Cão), que é a estrela mais brilhante do céu noturno.
Espero que gostem =)
domingo, 10 de novembro de 2013
CERBERO
Acho que a lenda grega morre aí, mas pretendo enriquecê-la noutra direção. Por que motivo o cão se chama Cérbero? Respondo: porque ele representa o nosso Cérebro, a nossa mente pensante, a nossa consciência. Exatamente por isto ele é figurado com três cabeças (em diferentes versões da lenda, números muito maiores, que chegam até a cem). É o excesso de proteção, de controle, de censura. A função ditatorial do nosso Super-Ego ou que nome lhe queiram dar – a função controladora que nos impede de fazer bobagens mais sérias e de praticar crimes, mas ao mesmo tempo nos proíbe um comportamento mais relaxado, mais intuitivo, mais espontâneo. Toda vez que você vir aquele sujeito todo certinho, todo tenso, todo bem comportado e impecavelmente limpo, todo politicamente correto, aquele cara que na hora de pagar a conta vai até a última casa decimal e paga trinta e dois reais e sessenta e sete centavos – não duvide, amigo: é um prisioneiro de Cérbero, um prisioneiro de sua própria mente controladora.
E por qual estatuto mitológico ele é colocado justamente como guardião da saída do Inferno? A explicação mais lógica que me ocorre é que o Inferno protegido por esse cérebro não é um Inferno externo a nós, e sim interno a nós, um inferno aqui dentro. Como dizia o poeta Gilberto Gil: “Teu inferno é aqui”. O Inferno é o Inconsciente, é o lugar para onde arremessamos tudo que não presta, tudo que nos inquieta e perturba, tudo que é uma ameaça à ordem, à limpeza e à disciplina. O cérebro está ali justamente para evitar que esses pensamentos mal comportados se evadam do porão e venham perturbar o chá-das-cinco que nossa “persona” pública toma na sala de visitas, recebendo as autoridades.
Todas as vezes que tentamos acessar nosso Inconsciente (rastreando um ato falho, dissecando uma neurose, confrontando um trauma daqueles bem brabos, ou meramente analisando um sonho), o Cérebro de não-sei-quantas-cabeças aparece rosnando seu recado pitbull: “Pra trás!” rosna ele. “Aqui, não! Aqui só tem o que não presta!” E recuamos, temerosos. Talvez menos com medo das 100 cabeças do Cão do que com medo do nosso verdadeiro Rosto, que estamos a ponto de enxergar.
E por qual estatuto mitológico ele é colocado justamente como guardião da saída do Inferno? A explicação mais lógica que me ocorre é que o Inferno protegido por esse cérebro não é um Inferno externo a nós, e sim interno a nós, um inferno aqui dentro. Como dizia o poeta Gilberto Gil: “Teu inferno é aqui”. O Inferno é o Inconsciente, é o lugar para onde arremessamos tudo que não presta, tudo que nos inquieta e perturba, tudo que é uma ameaça à ordem, à limpeza e à disciplina. O cérebro está ali justamente para evitar que esses pensamentos mal comportados se evadam do porão e venham perturbar o chá-das-cinco que nossa “persona” pública toma na sala de visitas, recebendo as autoridades.
Todas as vezes que tentamos acessar nosso Inconsciente (rastreando um ato falho, dissecando uma neurose, confrontando um trauma daqueles bem brabos, ou meramente analisando um sonho), o Cérebro de não-sei-quantas-cabeças aparece rosnando seu recado pitbull: “Pra trás!” rosna ele. “Aqui, não! Aqui só tem o que não presta!” E recuamos, temerosos. Talvez menos com medo das 100 cabeças do Cão do que com medo do nosso verdadeiro Rosto, que estamos a ponto de enxergar.
Espero que gostem =)
QUÍMERA
Quimera é uma figura mítica caracterizada por uma aparência hibrida de dois ou mais animais e a capacidade de lançar fogo pelas narinas, sendo portanto, uma fera ou besta mitológica. De acordo com a versão mais difundida da lenda,a Quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna- metade mulher metade serpente- e o gigantesco Tífon. Outras lendas a fazem filha da Hidra e do Leão de Nemeia, que foram mortos pelo Hércules. Criada pelo rei de Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Licia bafejando fogo incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.
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TIFÃO
Tifão ou Tifeu (em grego antigo: Τυφωευς, Τυφων, Τυφαων, Τυφως,transl Typhôeus, Typhôn, Typhaôn, Typhôs), é umtitã da mitologia a quem imputavam os gregos a paternidade dos ventos ferozes e violentos.1 É filho deGaia e de Tártaro
No sincretismo com o mito egipicio deOsiris, Tifão era identificado com o gigante Seb responsável pela seca do Nilo e deus da morte, e que por inveja da fecundidade daquele o matara, sendo vingado por seu filho Anúbis (identificado com Apolo)
Junto à esposa Equidn foi pai de vários dos monstros que povoam as aventuras de heróis e deuses, como o Leão de Nemeia, combatido por Hércules , a Hidra de Lerna ou a Esfinge, na fusão com os mitos nilóticos, dos cãesOrtros e Cérebro.

Espero que gostem =)
sábado, 9 de novembro de 2013
EQUIDNA
Equidna, era uma criatura monstruosa da Mitologia Grega, com tronco de uma bela mulher ( ou ninfa) e cauda de serpentes no lugar dos membros. Era gigante, como um titã. Por isso era a única capaz de se unir com Tifão. Vivia numa caverna no Peloponeso ou na Síria. As tradições divergem bastante quanto a sua origem. Segundo Hesiodo era filha de Forcis e Ceto, e portanto neta de Ponto e Gaia. Em outras versões seria descendente de Tártaro ou Gaia ou ainda de Crisaor Calírroe. Nas versões mais conhecidas, Equidna, em função da própria monstruosidade, casou-se com o horrendo deus Tifão, tornando-se a "Mãe de todos os monstros"
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PÉGASO
Pégaso é um cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária da Mitologia Grega, presente no mito de Perseu e Medusa. Pégaso nasceu do sangue da Medusa quando essa foi decapitada por Perseu. Havendo feito brotar com uma patada a fonte Hipocrene, tornou-se o símbolo da inspiração poética. Belerofonte a poderosa Quimera, montando um Pégaso após doma-lo com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou usá-la para chegar ao Olimpo. Mas Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro, que morreu devido a grande altura. Zeus o recompensou transformando-o na constelação de pégasus, de onde deveria dali em diante ficar á serviço do Deus dos Deuses.
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HIDRA DE LERNA
A Hidra era um animal fantástico da Mitologia Grega, filho dos monstros Tifão e Equidna, que habitava um pântano junto ao lago de Lerna, na Argólida, costa leste do Poleponeso. A Hidra tinha corpo de dragão e nove cabeças de serpente cujo hálito era venenoso e que podiam se regenerar. A Hidra era tão venenosa que matava os homens apenas com seu hálito; se alguém chegasse perto dela enquanto ela estava dormindo, apenas de cheirar o rastro a pessoa já morria em terrível tormento. A cabeça da Hidra que era decapitada, surgiam duas no lugar. Segundo a tradição, o monstro foi criado por Hera para matar Herácles.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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